Paris é uma cidade linda e extremamente turística. Vive para o turismo e o incorporou de modo a se tornar o destino mais clichê do mundo. Isso foi o que eu ouvi durante muito tempo e, mesmo quando deu aquela balançadinha de coração quando comprei a passagem, ir a Paris era mais um protocolo de intercambista na Europa do que o grande momento da vida.
Mas aí vieram os mil guias lidos e eu comecei a suspeitar que o discurso do primeiro parágrafo estivesse equivocado...
E estava. Paris é turística sim. E não teria porque não ser. A cidade é linda! E olha que eu fiquei hospedada no gueto do gueto e tinha que passar por muita “Paris feia” antes de voltar pro hotel.
E apesar de linda, Paris tem muita coisa para oferecer e passa longe de ser uma beleza vazia. Tirar foto com a Torre Eiffel (mil!) e flanar pela Avenue des Champs-Élysées, ou mesmo uma pausa pra foto com as luzes das Galerias Lafayette, faz parte.
Mas também estão em Paris o Louvre, exclusivamente definido por Colossal. O Museu D’orsay e o adorável Pompidou. Meu coração ficou pro Museu Rodin, no fim das contas, mas com uma foto da Monalisa no porta retrato, bem do ladinho.
E principalmente, Paris tem personalidade. Tem alma. E por mais turística que seja, é uma cidade com habitantes (lindos, meu Deus do céu!) que conseguem ir trabalhar toda manhã passando por todas aquelas avenidas deslumbrantes como quem caminha na sala de casa. Reclamando do tráfego no Arco do Triunfo (que é uma coisa sem graça plantada no meio de um cruzamento, aí você vê de perto e baba um litro e meio).
Enfim, Paris é tudo de bom. Aquele lugar pro qual você dá tchau pela janelinha do avião fazendo preces pra não demorar a voltar. Voltar pro meio de tudo aquilo que se parece tanto com chantili.
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Château de Versailles: Luxo, luxo e mais um pouco de luxo. Depois, megalomania. Beleza, também, claro. Mas principalmente, um monte de coisa faz sentido depois que você cruza esse portal de ouro.
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| Desde que entrei no túnel que leva pra pertinho do Arco do Triunfo que fiquei com a sensação de que essa cidade mágica é toda feita de chantili. De perto ele parece um bolo. Mas assim, no meio da rua mesmo, ele já é lindo, vai? |
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| Na próxima encarnação posto uma foto saindo de lá, carregada de sacolas. Luxo! Mas neste eu me contento em ter dado um sorrisinho com as luzes das Galeries Lafayette |
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| Achei lindo! Amei! Amei! Amei. Só tô sofrida porque foi este um dos momentos que o "Faltou a Jessica!" ficou mais evidente |
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| Basilique du Sacré-Cœur: Nem a Praça do Papa se parece mais com a Praça do Papa que este lugar |
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| Única decepção real em Paris: Notredame. É linda, mas não rolou química, sabe? |
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E achei os fundos muito mais bonitos, inclusive
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| Pompidou: prédio fofinho (parece uma gaiolinha de hamster) e acervo divertido |
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| E não foi no Museu D’orsay que entendi os elefantes... |
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| Cabelo molhado de chuva e cara de lua cheia: Museu Rodin . Lugar que mais gostei e minha foto preferida de todas as fotos que tirei nesta viagem |
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| Sou do time que aprecia a Pirâmide do Louvre |
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| o túmulo de Maria Madalena (ops, contei o final D'O Códio Da Vinci) |
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| Lindão, né? |
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| Ma esse quadriquinho deste tamanim põe tudo no bolso. Monalisa, essa linda! |
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| Mas eu sei que o momento mais esperado é ela: |
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| E se você não vê graça nenhuma nessa Torre Eiffel assim, vendo na foto, acredite, é porque você não estava. Sim, ela mexe com a gente. |
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| Tchau, Paris, sua linda! |
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