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domingo, 2 de outubro de 2011

Sol, verão, praia, calor!


Ninguém nunca me disse que aqui era o Caribe. Nunca pensei isso, inclusive. Mas minha primeira chegada à praia foi meio lastimável de mais, né? Então resolvemos acreditar na previsão do tempo e ir tentar a sorte em Matosinhos onde, disseram, a praia era melhor para banhistas e para quem gosta de torrar no sol.
A face da covardia!
Ir pra Matosinhos é fácil. O Metro simples chega lá. €1,10 pra ir, €1,10 pra voltar se estiver fora da zona do seu andante.

Chegamos à praia mais ou menos na hora do almoço e fomos logo procurando um lugar para comer. Como o sol estava muito forte, apostei numa saladinha porque tinha fé: conseguiria entrar na água!

A praia não tem coqueiros. Nem quiosques. Nem vendedores ambulantes. Tem muita gente na areia tomando sol e alguns mocinhos jogando futevôlei. Contente-se com essas semelhanças com as praias do Brasil e lamente a falta de água de coco. Não se pode ter tudo na vida, né?

Sim, estava quente e sim, tinha sol. Mas entrar na água foi outros quinhentos... O mar é bem do jeito que eu gosto. Não afunda abruptamente e não demora demais a bater na cintura. Ondas não muito altas, mas muitas e horizontalmente compridas. Mas sou hipocondríaca, né? E nem os 40 minutos de rituais conseguiram me demover da idéia de que se eu desse um ruidoso “tibum” naquela água gelada eu não morreria de hipotermia.

Vou colocar a culpa no outono. No verão do ano que vem o senhor não me escapa, Sr. Mar!



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